01 - Sangramento de nidação:
O sangramento de nidação é um pequeno sangramento que ocorre durante a implantação do óvulo fecundado pelo espermatozoide na parede do útero logo no início da gestação.
02 - Ausência da menstruação:
A ausência da menstruação é um processo natural do início da gestação que produz os hormônios necessários para que o endométrio “enriquecido” não descame dentro do útero como todo mês e se mantenha firme e forte para a manutenção da gestação de forma a sustentar o bebê. Pois durante nove meses o corpo feminino terá um embrião para acolher e nutrir.
03 - Cólica:
Durante a evolução da gestação, devido a expansão e contração do útero a mulher pode sentir diversos tipos de cólicas, dores e pontadas em toda a extensão da barriga até a entrada vaginal. Alguns tipos de cólicas podem até lembrar a cólica menstrual. Motivo de grande apreensão das grávidas de primeira viagem que ficam a imaginar que tem algo de errado com seu bebê.
04 - Dor e sensibilidade nas mamas:
Logo no início da gestação as mamas podem ficar doloridas, sensíveis e delicadas. Um sinal um pouco mais incômodo do que aquelas mulheres que possuem sensibilidade nas mamas durante a menstruação.
05 - Sono e cansaço:
Mesmo dormindo a noite inteira você simplesmente apagará durante o dia, principalmente após as refeições. Não tem como lutar contra. Faz parte do crescente excesso de hormônios e do processo da gestação que está te desacelerando de propósito a fim de poupar sua energia para o trabalho incessante do organismo de manter duas vidas agora em uma só. A desaceleração também acontece para que você se exponha menos. Quanto menos energia dispõe mais você descansa e menos se expõe ao perigo de acidentes.
06 - Falta de concentração, perda de memória:
A falta de concentração e a perda de memória são táticas do organismo para manter sua concentração voltada somente para a gravidez. Durante a gestação sua atenção estará voltada somente para a segurança do seu bebê, sem distrações. Culpa dos hormônios.
07 - Excesso de emoções e ansiedade:
Durante a gestação o corpo da mulher passa por diversas mudanças devido a subida vertiginosa dos hormônios e a sustentação do bebê durante os nove meses. Algumas mulheres se sentem incomodadas com suas mudanças físicas externas. Más creio que a grande maioria assim como eu sofrem mesmo é com as mudanças físicas internas. Como por exemplo o deslocamento de diversos órgãos para acomodar o crescimento do útero e seu novo inquilino, a dilatação das veias, o aumento do volume do sangue, a instabilidade da pressão. Também sofremos muito com a insegurança diária de não saber se o bebê está bem. Insegurança do que podemos ou não comer, do que podemos ou não fazer a fim de manter o bebê em segurança, pois sua fragilidade e a possibilidade de perda apavoram qualquer mamãe. Muitas gostariam de possuir um aparelho de ultrassom para visualizar seu bebê por todos os dias.
08 - Azia:
A azia pode ocorrer durante diversas fases da gestação, devido ao aumento de hormônios que são responsáveis por desacelerar e relaxar todos os órgãos digestivos a fim de cederem espaço para o crescimento do útero. Com a desaceleração dos órgãos digestivos há a formação do bolo alimentar, além do aumento e acúmulo de gases estomacais que possui grande quantidade de ácido, que causam sensação de queimação, grande desconforto e refluxo.
09 - Enjoô matinal:
SE COME PASSA MAL, SE NÃO COME PASSA MAIS MAL AINDA.
O enjoo é de longe o sintoma que as mulheres mais reclamam durante a gestação. Ele ocorre com maior frequência no primeiro trimestre, más infelizmente em alguns casos pode acompanhar a mulher durante toda a gestação. Mais conhecido como enjoo matinal não se engane, de matinal ele pode não ter nada. O enjoo pode vir na parte da manhã, na parte da tarde, a noite, ou em casos mais desagradáveis acompanhar a gestante durante todo o tempo. No meu caso eu só não tive enjoo na parte da manhã enquanto estava em jejum. Era só colocar alguma coisa no estômago que após sua digestão era certo do enjoo me visitar. Passava todo o dia restante e início da noite passando mal, querendo vomitar. Graças a Deus nunca coloquei a comida para fora, saía apenas líquido estomacal, apesar disso perdi alguns quilos durante o primeiro trimestre por estar sempre passando mal e me forçando a comer, muitas vezes protelei a alimentação. Afinal quem consegue comer enjoada? O contrário também acontece depois de um tempo. Se a gestante ficar muito tempo sem se alimentar o enjoo certamente irá aparecer. Muitas gestantes engordam muito porquê descobrem que se conseguirem se alimentar de 3 em 3 horas podem ser que consigam controlar o enjoo. Quando percebe a gestante se encontra em uma circunstância periclitante pois se come passa mal, e se não come passa mais mal ainda. O enjoo pode se apresentar de forma moderada ou até colocar em risco a saúde e a vida da gestante e do bebê. O que mais acontece é que as gestantes que possuem fortes crises de enjoo muitas vezes não conseguem se alimentar. Por isso tenha sempre um pacote de biscoito de água e sal a mão, um suco para hidratar ou uma fruta que não prenda o intestino para não ter o risco de sua pressão cair demais e você levar um tombo colocando sua vida e a vida de seu bebê em perigo. Muitas mamães não conseguem se alimentar, perdem peso necessitando de medicação para enjoo, vitaminas, ou até mesmo internação hospitalar para nutrição de ambos.
10 - Gases e prisão de ventre:
Os gases podem ocorrer por causa da prisão de ventre. Por ser um período onde os órgãos estão todos comprimidos pela expansão do útero o excesso de gases pode ocasionar dor por todo o tronco. A prisão de ventre ocorre devido ao aumento de hormônios que são responsáveis por desacelerar e relaxar todos os órgãos digestivos a fim de cederem espaço para o crescimento do útero. Na hora de se alimentar de preferencia aos alimentos que soltam o intestino para tentar aliviar este desconforto.
11 - Sensação de barriga muito apertada:
Algumas gestantes sofrem desse mal mais que outras. Não sabemos explicar por quais razões. É sabido que as mulheres mais magras tendem a reclamar mais.
12 - Pulsação e dor na altura do umbigo:
A dor no umbigo acontece porque conforme a barriga cresce há estiramento do ligamento fibroso do abdômen que se insere no umbigo, e por isso é comum sentir um desconforto nesta região. Enquanto a pulsação, no início da gravidez muitas gestantes podem confundir com o coração do bebê, porém o que ela pode sentir é sua veia principal bombeando sangue para o bebê. Muitas gestantes como eu relatam sentir a blusa levantar e descer perto dessa região.
13 - Hemorroidas:
Hemorroidas podem aparecer durante a gestação devido a pressão exercida na região pélvica pelo aumento do peso corporal, à prisão de ventre e ao aumento da quantidade de sangue que circula pelo corpo da gestante que faz com que as veias da região anal dilatem e fiquem inchadas.
14 - Frequência urinária:
Toda gestante não sai do banheiro.
CHORA E FAZ XIXI. FAZ XIXI QUANDO CHORA!
A bexiga comprimida não te deixa dormir, não te deixa sentar, não te deixa andar. Não te deixa ser feliz!
15 - Catarro e secreção:
Catarro, secreção, tosse entre outras complicações podem aparecer durante a gestação, por vários motivos e principalmente durante o frio por causa da baixa imunidade das gestantes. Há de se redobrar os cuidados. Eles podem piorar os enjoos de forma considerável.
16 - Aumento da salivação:
O aumento de salivação durante a gestação é mais uma consequência da escalada subsequente de hormônios. A salivação excessiva pode ser mais uma grande causadora de enjoos.
17 - Boca descascando:
Algumas gestantes tem a boca ferida de tanto descamar a pele uma em cima da outra. É dito ser culpa dos hormônios. É aconselhável que a gestante se hidrate mais quando notar a boca seca, pois a placenta consome grande parte do líquido corporal.
18 - Emergências dentárias e sangramento gengival:
Sangramento gengival pode acontecer com frequência durante a gestação devido aos hormônios. Isso mesmo os hormônios da gravidez podem estragar os seus dentes e causar doenças mais graves durante a gestação. Há de se redobrar os cuidados com a dentição para se evitar emergências dentárias afim de se evitar medicamentos fortes para dor que podem causar algum risco para o bebê.